21/05/2019
Por Danilo Evaristo em Angicos/RN

Angicos faz bonito na mobilização alusiva ao dia 18 de Maio

Dando continuidade ao calendário de maio, mês de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, a prefeitura de Angicos, através da secretaria de Assistência Social, junto à rede de proteção dos direitos das crianças e adolescentes, promoveu na tarde desta segunda-feira (20/5) caminhada alusiva ao Dia 18 de maio.

A mobilização contou com a presença do prefeito Deusdete Gomes, da primeira dama Maria Ivaneide, secretários do Governo e dos vereadores Neto de Dezin e Edileuza Palhares. A diretora da 8ª DIREC Marileide Matias, diretores, docentes e alunos da rede pública e privada de ensino do município, também prestigiaram o ato, além de instituições religiosas, sindicais e sociedade civil. A APAE-Angicos também esteve participando da marcha.

Com cartazes e panfletos, conscientizando a população quanto à importância das denúncias de abuso e exploração sexual e como é necessário proteger as crianças e adolescentes estudantes fortaleceram o evento.

A caminhada saiu do Terminal Rodoviário do município e prosseguiu pelas principais ruas e avenidas da Cidade de Angicos com destino ao palanque Oficial na Praça Cap. José da Penha, no Centro.

O Prefeito Deusdete Gomes disse que o assunto geralmente está sempre coberto por um manto de tabu e silêncio, porém, identificar as diversas origens deste problema é fundamental para poder enfrentá-lo. “Não deixem de denunciar”, alerta o gestor.

As atividades foram coordenadas pela secretaria municipal de Assistência Social, com apoio do CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), CREAS – Centro de Referência Especializado de Assistência Social, Conselho Tutelar, CMDCA e NUCA, órgãos/agentes de apoio a crianças e adolescentes e secretarias municipais.

Memória

O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes faz referência à morte de jovem Araceli Crespo, de 8 anos, após ser raptada, drogada, estuprada, morta e carbonizada por jovens da classe média alta de Vitória (ES). O crime aconteceu em 18 de maio de 1973 e, apesar de hediondo, prescreveu impune.

Os casos de violência contra crianças e adolescentes devem ser denunciados no disque 100 ou 180, ou para CREAS e Conselho Tutelar.


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